No Paraguai, o último sábado de fevereiro é consagrado ao tereré. Data foi criada para valorizar e proteger o tereré como identidade nacional; bebida que também é um elemento de integração com países vizinhos. (*) Nos dias de calor de maçarico em Foz do Iguaçu, o tererê é um alívio para refrescar e hidratar. No […]
Nos dias de calor de maçarico em Foz do Iguaçu, o tererê é um alívio para refrescar e hidratar. No Paraguai, a bebida à base de erva-mate, água fria e plantas medicinais (os famosos yuyos) faz parte da identidade nacional e é um elemento cultural que atravessa gerações.
Neste sábado, o país vizinho celebra o Dia Nacional do Tererê. Segundo o governo federal, o objetivo da data é proteger e fortalecer a identidade do país, reforçando que a bebida também é a principal em dias de calor.
Servido em guampa, cuia ou copo, o rico tererê é resultado da infusão de água gelada, erva mate e plantas medicinais, como hortelã, cavalinha, erva-cidreira, entre outras. Suco de limão e folhas cítricas são itens alternativos que podem agregar ainda mais sabor e frescor.
. No país vizinho, a bebida está no dia a dia das pessoas. “O paraguaio costuma tomar o tererê em qualquer momento do dia, acompanhado ou sozinho, com erva tradicional, composta ou uma mistura de ambas”, informa a Agência IP, órgão oficial do Paraguai.
A agência lembra que, por lei, o tererê é considerado Patrimônio Cultural e Bebida Nacional. O órgão federal de cultura do país é responsável por fomentar a proteção e a difusão da bebida em níveis nacional e internacional.
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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