Lançamento da exposição “Arquitetura do Olhar: Entre a Memória de Cap-Haïtien e o Chão da Fronteira” do artista haitiano Joseph Leonard, discente da Unila, ocorre no dia 16 de abril, em Toledo, no Oeste do Paraná. Será disponibilizado transporte para o evento. A exposição, montada no Museu Histórico Willy Barth, será aberta ao público em […]
Lançamento da exposição “Arquitetura do Olhar: Entre a Memória de Cap-Haïtien e o Chão da Fronteira” do artista haitiano Joseph Leonard, discente da Unila, ocorre no dia 16 de abril, em Toledo, no Oeste do Paraná. Será disponibilizado transporte para o evento. A exposição, montada no Museu Histórico Willy Barth, será aberta ao público em geral a a partir do dia 17. O período de visitação se estenderá até 13 de junho.
Para facilitar a participação de estudantes e servidores da Unila, a direção da Universidade irá disponibilizar um ônibus que sairá da Unidade Jardim Universitário, às 16h, e passará pelo Campus Integração. Interessados devem se inscrever via formulário eletrônico (as vagas são limitadas).
A mostra reúne dez trabalhos que transitam entre o grafite, o carvão e a pintura, criando um “espaço de pensamento” sobre identidade e deslocamento. Natural de Cap-Haïtien, Joseph funde a herança de resistência de seu país com suas vivências na fronteira, utilizando desde o hiper-realismo monocromático até a explosão da pop art. Sua obra é um manifesto de autenticidade imigrante que transforma a vulnerabilidade em potência criativa e convida ao amadurecimento da sensibilidade latino-americana. .
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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