UNATI, programa da Unioeste para 60+, celebra final de etapa ressaltando inclusão e envelhecimento ativo. O projeto Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Foz do Iguaçu, realizou a cerimônia de encerramento do ano letivo de 2024. O evento aconteceu no Auditório da Escola do Trabalho, em […]
Com foco na inclusão social e no envelhecimento ativo, a UNATI tem se destacado como uma iniciativa transformadora, oferecendo atividades educacionais, culturais e recreativas para pessoas acima de 60 anos. Durante a cerimônia, foi enfatizada a relevância do programa para a melhoria da qualidade de vida dos participantes, reforçando seu impacto positivo na promoção da saúde, bem-estar e integração social.
A cerimônia foi marcada por depoimentos emocionantes, que refletiram a importância do programa em suas vidas. Cleusa Wawrzeniak, uma das alunas, declarou: “Cada ano que passa eu amo mais a UNATI. Foi uma festa linda, regada de amizades e carinho, uma mistura de alegria, abraços e gratidão. 2025 está chegando e, se Deus quiser, começamos de novo”.
Certificados foram entregues durante a cerimônia de encerramento.
Segundo o coordenador do programa, professor Valdir Serafim Junior, “neste ano de 2024, o apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), parcerias com instituições públicas, privadas e o voluntariado da sociedade civil tiveram papel essencial para o sucesso do programa, fortalecendo as ações realizadas ao longo do ano”. Sobre a entrega dos certificados, o professor destacou que “simboliza não apenas o encerramento de um ciclo, mas também a celebração do esforço coletivo entre alunos, equipe acadêmica e parceiros que tornam possível a continuidade do programa”.
Com a expectativa de novos projetos e desafios, a UNATI entrará em férias e já tem data marcada para o retorno das atividades. A aula magna de abertura do ano letivo de 2025 está prevista para o dia 13 de fevereiro.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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