O ANDES-SN lançou no último dia 16, o documentário “Educação e Ciência por um Brasil que dá certo”. Com produção da Cajuína Filmes e direção de André Manfrim, estreou em sessão na cidade de São Paulo. Agora está sendo lançado regionalmente em outras cinco capitais brasileiras e também disponibilizado no youtube daquele Sindicato Nacional. O […]
O ANDES-SN lançou no último dia 16, o documentário “Educação e Ciência por um Brasil que dá certo”. Com produção da Cajuína Filmes e direção de André Manfrim, estreou em sessão na cidade de São Paulo. Agora está sendo lançado regionalmente em outras cinco capitais brasileiras e também disponibilizado no youtube daquele Sindicato Nacional.
O Andes – SN representa oficialmente os professores de universidades federais, estaduais e municipais, assim como professores da rede federal dos institutos federais. Cerca de 70 mil profissionais são filiados em centenas de seções sindicais pelo país, do organismo sindical que existe desde os anos 80.
Educação e Ciência por um Brasil que dá certo Documentário, 2026. 25’ min. Classificação etária: Livre. Direção: André Manfrim. Uma produção ANDES-SN e Cajuína Filmes
A obra é uma iniciativa da Campanha “Lutar não é Crime!” do Sindicato Nacional, para combater os ataques ideológicos e orçamentários à educação superior e à ciência públicas e para reforçar o papel fundamental de ambas na transformação da realidade no país. O filme conta com a participação de Jefferson Tenório (professor e escritor), Bianca Borges (UNE), Claudio Mendonça (ANDES-SN), entre outras pessoas que discutem a importância da universidade pública, além do depoimento de brasileiras e brasileiros, cujas vidas são impactadas, cotidianamente, pelo ensino superior e pela ciência.
“O documentário pretende ser um instrumento contra a desesperança alimentada pela extrema direita e pelo realismo cínico de quem só defende cortes. Queremos chamar a atenção da população brasileira para a esperança, para a defesa desses patrimônios nacionais tão importantes para nossa classe trabalhadora, que são as instituições de ensino e pesquisa públicas”, explicou o presidente do ANDES-SN, Cláudio Mendonça.
Mais de 95% da produção científica brasileira provém das universidades públicas. Segundo o Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi), quatro das seis maiores requisitantes de patentes no país são universidades públicas.
A presença de estudantes negros e negras nas universidades públicas brasileiras cresceu mais de 22%, nos últimos 20 anos, chegando a 51,2% do total de matrículas. Atualmente, 64,7% dos estudantes das universidades públicas vieram, integral ou majoritariamente, de escolas públicas; 70,1% dos estudantes pertencem a famílias com renda mensal per capita de até 1,5 salário-mínimo.
Segundo o IBGE, a taxa de emprego informal é 45% menor entre pessoas com ensino superior completo, em comparação com quem cursou apenas o ensino médio. Trabalhadoras e trabalhadores com ensino superior ganham, em média, 148% mais do que aquelas e aqueles com apenas ensino médio. Os dados demonstram o que o documentário reforça: a Educação e Ciência públicas são fundamentais para o Brasil dar certo.
Lançamento Nacional: 16 de setembro – São Paulo 17/09 – Rio de Janeiro (RJ) – Salão Nobre IFCS/UFRJ – 17h. 23/09 – Brasília (DF) – Auditório da Adunb/Campus Darci Ribeiro – 17h. 24/09 – Salvador (BA) – Praça das Artes UFBA – Campus Ondina – 17h. 30/09 – Manaus (AM) – Largo de São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas – 17h. 07/10 – Curitiba (PR) – Cine Passeio
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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