De 21 a 26 de setembro, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) recebe a Mostra “Cinemas Entre Fronteiras”. A atividade tem entrada gratuita e é organizada pelo Observatório Latino-Americano de Cinema entre Fronteiras da UNILA, em parceria com o Coletivo Audiovisual da UFOP e a Associação Docente da UFOP. A partir de segunda-feira (21), […]
O evento levará para três campi da universidade mineira filmes produzidos por docentes e egressos do curso de Cinema e Audiovisual da UNILA, além de obras que são resultado de políticas públicas da região da tríplice fronteira. Dessa forma, a mostra apresenta uma programação diversa, que convida o público a refletir sobre as diferentes dimensões da América Latina por meio do audiovisual, reunindo produções do Brasil, Argentina, Paraguai e Cuba, e integrando pesquisadores da UFOP, UNILA, UFSB, UFMG, entre outros convidados.
No dia 22 de setembro, a professora Fran Rebelatto, do curso de Cinema e Audiovisual da UNILA, profere a palestra “Os cinemas articulados entre fronteiras da América do Sul”. Na oportunidade, ela irá apresentar um panorama das produções cinematográficas da região de fronteira entre o Sul do Brasil, o Paraguai, o Uruguai e o Noroeste da Argentina, evidenciando a importância da integração regional e o papel da UNILA como espaço de pesquisa, produção e formação de cineastas comprometidos com essa abordagem internacionalista.
Além da exibição de filmes e realização de palestras, debates, oficinas e rodas de conversa, o evento contará com o lançamento do livro “Entre fronteras y semillas latinoamericanas en el Cine e Audiovisual”, da EDUNILA, organizado pelas docentes Camila da Silva Marques, Fran Rebelatto e Kira Pereira e que conta com textos de egressos do curso.
A ação interinstitucional promovida junto a projetos da UFOP tem o objetivo de posicionar a UNILA e sua graduação em Cinema e Audiovisual no diálogo e intercâmbio com outras universidades brasileiras, especialmente no contexto de aprovação de um novo curso de Cinema na UFOP, que conta com a contribuição da UNILA.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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