Li tuas cartas Palavras fartas Amor abundante Deveras relutante A nostalgia apena O símbolo é a pena Lês o interior de mim A tinta da cor carmim A alma pede a atenção A verdade é a percepção Os pássaros mensageiros Os sensitivos são porteiros Vivemos a mesma natureza Produzo a confortável beleza Um ato legítimo […]
Li tuas cartas Palavras fartas Amor abundante Deveras relutante
A nostalgia apena O símbolo é a pena Lês o interior de mim A tinta da cor carmim A alma pede a atenção A verdade é a percepção Os pássaros mensageiros Os sensitivos são porteiros Vivemos a mesma natureza Produzo a confortável beleza Um ato legítimo de autodefesa A mão o dedo seguem a intuição Intuo o que sinto sem uma aflição O coração dita o preciso comando Belo amor cada vez se aproximando A lei da atração que a gente conhece O universo poético que não se esquece Li tuas cartas e não foi nada vanamente A linha delicada do sentimento não mente
. Leia mais poemas de Andrea Palmar, aqui.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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