– Após sucesso de público, evento de arte e agroecologia será mensal em Londrina (PR). A 4ª Mostra Marl e o 2º Feirão da Resistência e da Reforma Agrária estão marcadas para os dias 7, 8 e 9 de julho – Londrina terá mensalmente uma programação independente de apresentações artísticas, combinada a uma feira repleta […]
Londrina terá mensalmente uma programação independente de apresentações artísticas, combinada a uma feira repleta de produtos agroecológicos e orgânicos, livres de venenos. A novidade veio a partir do sucesso de público da 3ª Mostra Cultural do Movimento dos Artistas de Rua de Londrina (MARL) e do 1º Feirão da Resistência e da Reforma Agrária, realizados no início de junho. A ação é fruto da parceria entre o MARL e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e tem a próxima edição marcada para os dias 7, 8 e 9 de julho. O público gostou Para Danilo Lagoeiro, professor, artista de rua e articulador do MARL, a conexão da Feira com a Mostra agradou quem pode ver de perto: “Sentimos que tivemos um ganho de público, no sentindo numérico e também um público diferente do que geralmente frequenta os projetos do MARL”, relatou. Segundo a organização da ação, a primeira edição teve entre 400 e 500 pessoas circulando entre as barracas. Os mais de 40 feirantes são de acampamentos e assentamentos do MST da região. Ceres Hadich, integrante da direção estadual do movimento, destacou o clima de receptividade e de diálogo com a população sobre a importância dos alimentos saudáveis e da própria reforma agrária: “As pessoas estavam buscando informações sobre a proposta e sobre o nosso modelo de produção”. E a parceira entre os dois movimentos promete durar: “A nossa interação e articulação já acontecia anteriormente, de algumas formas e tem tudo a ver, é o direito à terra e direito à cultura, juntos”, complementou Danilo Lagoeiro.
“O que a gente quer deixar é esse recado: tem muita coisa boa nos assentamentos”, garantiu Franciana Pontes, agricultora e feirante. (Foto: Marina Lacerda Lainetti / Marls)
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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