– Um comentário de Karina Nazario Moschkowich – A edição 2014/2015 do projeto The Americas and the World: Public Opinion and Foreign Policy (As Américas e o Mundo: Opinião Pública e Política Externa), coordenado pelo Centro de Investigação e Docência em Economia (Cide) do México, em colaboração com universidades da região e que tem como responsável pela […]
A edição 2014/2015 do projeto The Americas and the World: Public Opinion and Foreign Policy (As Américas e o Mundo: Opinião Pública e Política Externa), coordenado pelo Centro de Investigação e Docência em Economia (Cide) do México, em colaboração com universidades da região e que tem como responsável pela iniciativa no Brasil, o Instituto de Relações Internacionais da USP (Universidade de São Paulo), que aplicou 1.881 questionários no país, aponta como resultado que apenas 4% da população se considera latino-americanos. O índice é alarmante e, aparentemente, declara a impropriedade sobre a verdadeira história de nosso povo. Quem somos nós? Nossas origens? Ainda vivemos enraizados no eurocentrismo e dependentes de afirmações midiáticas que destroem quaisquer possibilidades de nos percebermos como protagonistas da história construída diariamente. Mas como conseguir reverter o quadro?
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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