Nos dias 6 e 7 de agosto, das 8h às 18h, a UNILA realizará o evento “20 anos da Lei Maria da Penha: enfrentamento à violência contra as mulheres nas cidades de fronteira”, no auditório Lélia Gonzalez, no Campus Integração. O evento é promovido pelos projetos de extensão Promotoras Legais Populares da Fronteira e Empodera […]
Nos dias 6 e 7 de agosto, das 8h às 18h, a UNILA realizará o evento “20 anos da Lei Maria da Penha: enfrentamento à violência contra as mulheres nas cidades de fronteira”, no auditório Lélia Gonzalez, no Campus Integração.
O evento é promovido pelos projetos de extensão Promotoras Legais Populares da Fronteira e Empodera Mulheres. O encontro reunirá representantes do sistema de justiça, gestoras(es) públicas(os), movimentos sociais, organizações da sociedade civil e integrantes da rede de atendimento às mulheres para debater os avanços, os desafios e as perspectivas do enfrentamento à violência de gênero em regiões de fronteira.
A participação é gratuita e aberta ao público, mediante inscrição prévia por formulário eletrônico.
A programação contará com a conferência de abertura da desembargadora Fabiane Pieruccini, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), referência na defesa dos direitos das mulheres. Também haverá mesas-redondas, rodas de conversa, apresentação de experiências exitosas, exibição de documentário e atividades culturais.
Entre os temas em destaque estão a aplicação da Lei Maria da Penha nas cidades de fronteira, a atuação das redes de proteção, os direitos das mulheres indígenas, as interseccionalidades entre raça, gênero e migração e o papel das universidades na prevenção e no enfrentamento da violência contra as mulheres.
O evento também celebra duas décadas da Lei Maria da Penha, uma das mais importantes legislações brasileiras de proteção às mulheres, e integra as ações da UNILA voltadas ao debate sobre os direitos humanos, a igualdade de gênero e o enfrentamento da violência contra as mulheres na região da Tríplice Fronteira.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
Assine as notícias da Guatá e receba atualizações diárias.