Jornal Cândido de maio traz especial mostrando histórias de autores e pesquisadores que trabalham com a escrita sob diferentes perspectivas e abordagens. O material ainda oferece uma seleção de obras publicadas nos últimos anos que ocupam diferentes gêneros literários a partir deste mesmo tema. . . O especial do mês, assinado pelo repórter Hiago Rizzi, […]
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. O especial do mês, assinado pelo repórter Hiago Rizzi, mostra histórias de autores e pesquisadores que trabalham com a escrita sob diferentes perspectivas e abordagens. O material ainda traz uma seleção de obras publicadas nos últimos anos que ocupam diferentes gêneros literários a partir deste mesmo tema. . “Há tanta tagarelice, falação, e é preciso pensar sobre o que dizer, como dizer e por que dizer. A edição é inseparável dessa pergunta — como pensar a escrita, a partir da escrita, e de que forma essa partilha também é política, ao passo que todo mundo que trabalha com a escrita trabalha com a vontade de tornar público algo que nasce na esfera privada”, diz Maria Carolina Fenati, editora da Chão da Feira, de Belo Horizonte (MG). . Outros destaques do Cândido 138: entrevista com Marília Garcia (concedida a Luiz Felipe Cunha), poemas de Daniele Rosa e Adonis (traduzidos por Michel Sleiman), fotografias do projeto Vox Urbe por Enzo Giordani e textos de Basílio Baran e Kalil Sayão Perusso, dois dos ganhadores do 5° Concurso Literário Luci Collin. A arte de capa é de Livia Deboni. . Leia ou baixe no site candido.bpp.pr.gov.br .
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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