Escritório brasileiro do telescópio GMT, que conta com a parceria do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, busca se conectar ao público nas redes sociais com série vertical sobre as grandes descobertas da humanidade. O projeto GMT Brasil, que tem seu escritório no Brasil coordenado pela professora Claudia Mendes Oliveira, do Instituto […]
Escritório brasileiro do telescópio GMT, que conta com a parceria do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, busca se conectar ao público nas redes sociais com série vertical sobre as grandes descobertas da humanidade.
Cenas da série animada disponível no Youtube – Foto: Youtube / GMT Brasil
Com animações produzidas à mão, a produção revisita momentos decisivos da história da ciência e mostra como essas descobertas ajudaram a moldar nossa compreensão do mundo e a transformar a sociedade. O primeiro episódio aborda a Era das Grandes Navegações, destacando ideias, avanços e inovações que abriram caminho para o surgimento da Ciência moderna. Com lançamentos são bimestrais e episódios de até três minutos, a série é uma forma lúdica de conhecer alguns dos grandes marcos científicos da humanidade. Assista ao episódio no canal do projeto, no YouTube, neste link.
Esta é a segunda série em formato vertical produzida pelo projeto GMT, em parceria com o IAG e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), com realização da TV Univap. A primeira, Jornada das Imagens Espaciais, estreou em abril de 2026 também com episódios de até três minutos, visando aproximar a Astronomia das novas gerações. Cada episódio mensal apresenta um planeta do Sistema Solar, do mais próximo ao mais longe da estrela. O conteúdo explora como observações, realizadas por civilizações antigas, com instrumentos rudimentares, e por meio dos telescópios mais avançados da atualidade, contribuem para desvendar os mistérios e as peculiaridades desses objetos.
O GMT Brasil integra o consórcio internacional responsável pelo desenvolvimento do Giant Magellan Telescope (GMT), um dos maiores e mais avançados telescópios ópticos em construção no mundo. O projeto reúne instituições de diversos países para viabilizar uma nova geração de observações astronômicas, com capacidade de captar imagens extremamente detalhadas de objetos celestes distantes. Desde 2014, a Fapesp é membro-fundadora do consórcio GMTO, a partir de um investimento de 50 milhões de dólares, o que equivale a 4% do tempo de operação anual do telescópio para cientistas do estado de São Paulo.
A equipe brasileira possui mais de 70 profissionais de diversas áreas, incluindo professores, consultores, técnicos e bolsistas, que formam o escritório GMT Brazil Office (GMTBrO), atualmente liderado pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP. Participam também desta equipe professores e colaboradores do Instituto de Física e Escola Politécnica da USP, do Instituto Mauá de Tecnologia, do Instituto de Física da Universidade de Campinas (Unicamp), da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), entre outros. Eles estão diretamente envolvidos no design e na produção de instrumentos astronômicos que serão utilizados no telescópio GMT.
O objetivo é ampliar o acesso da comunidade científica brasileira a pesquisas de fronteira em astronomia, além de contribuir para o desenvolvimento de tecnologia, formação de pesquisadores e produção de conhecimento sobre a origem e a evolução do universo.
Para descobrir mais iniciativas de divulgação científica do projeto, confira as playlists das séries no canal oficial: www.youtube.com/@GMTBrasil .
Saiba mais nos site do GMT Brasil e nas redes sociais Instagram e Facebook.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
Assine as notícias da Guatá e receba atualizações diárias.