– I Feirão da Resistência e da Reforma Agrária, em Londrina, terá produtos orgânicos aliados a intensa programação cultural. MARL e Assentamentos do MST realizam Mostra Cultural e Feira de produtos Agroecológicos em defesa da reforma agrária e da agricultura familiar e orgânica. – A Mostra MARL – Movimento dos Artistas de Rua de Londrina […]
A Mostra MARL – Movimento dos Artistas de Rua de Londrina – evento cultural que acontece todo mês na sede do movimento londrinense, agora em junho terá um componente novo. Nesta edição, que se realizará entre os dias 9 e 11 de junho, ela terá um componente novo. Os artistas se articularam com camponeses de diversos assentamentos do Paraná, através do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e vão realizar o I Feirão da Resistência e da Reforma Agrária, no sábado, dia 10 de junho. Essa articulação propõe duas pautas sociais bem importantes de um modo festivo, vivo, criativo e pulsante: o direito à terra, e a uma alimentação saúdavel na cidade e no campo. E o direito à cultura como atividade fundamental, diversa e acessível a tod@s. A Mostra MARL é um espaço de troca entre artistas da cidade de Londrina, proporcionando um maior intercâmbio entre as várias frentes artísticas e linguagens presentes na cidade e promovendo a divulgação da pesquisa teórica e prática de coletivos artísticos e outros grupos e indivíduos ligados à resistência artística. A Feira será focada na comercialização de produtos agroecológicos, que se pautam na agricultura familiar e orgânica, livre de venenos. Compotas, cachaça orgânica, legumes, verduras, frutas da época, sementes e mudas de plantas diversas, estão entre os vários itens mostrados na Feira. Os assentamentos presentes na Feira são: Dorcelina, Maria Lara, Eli Vive e Barra Bonita, além do acampamentos Fidel Castro, Herdeiros da Luta de Porecatu, Manoel Jacinto e Zilda Arns. “Somos o que comemos, então venha cuidar da sua saúde com consciência e alegria”, diz a coordenação do evento. Da programação artística, constam grupos de recreação infantil, de dança, de cultura afro, e muita música, poesia e teatro. Veja a programação detalhada abaixo. Serviço: I Feirão da Resistência e da Reforma Agrária Quando: 10 de junho das 10hs às 22hs. Onde: Canto do Marl (Av. Duque de caxias, 3241) Entrada: gratuita, com feira de venda de produtos orgânicos. PROGRAMAÇÃO DETALHADA SEXTA- 9 DE JUNHO 20h Fim de Partida (adulto)– Teatro Kaos 21h Performance URRO – Paulo Vitor Miranda 21h20 Hoje nós, amanhã vocês” – Ítalo Banda SÁBADO – 10 DE JUNHO 10h -17h – I Feirão da Resistência e da Reforma Agrária – 10h Capoeira Angola para crianças – Ceca Londrina 11h Lelê com Dodô Bertone e Rafael Rosa 12h Pisada da Jurema 14h Poeta que Pariu – Cia Teatro de Garagem 17h Cantos da Rua: João de Carvalho 19h Cabaré Molin Rouge: Ana P. Berehulka, Amanda, Débora Rodrigues, Gabi Moreli, Carla Cromeck, Carla Durazzini, Grupo Divas. E multidançarinas: Palhaças Adelaide, Cora e Frida. 20h Performance: Lua de sangue, Mel Campus + Pejo ao Fluxo 21h Show Musical. DOMINGO – 11 DE JUNHO 15h – 17h OFICINA DE INTRODUÇÃO À FOTOGRAFIA – Com Fagner Bruno De Souza 17h Palhaços Super Amigos, Ativar! Os palhaços super amigos Batata Doce, Turino, Incrível Teimosa e Mequetrefe tiveram uma ideia fantástica: reunir suas incríveis habilidades em um espetáculo de circo-teatro cheio de mágica, malabarismos, acrobacias e muita improvisação. O resultado dessa parceria só poderia resultar em momentos de pura diversão. 19h Exibição do curta-metragem: “Toda construção nasce de uma planta” + Bate papo sobre cinema de rua, poético e popular. (Coletivo Cinema Pobre: Edilson Oliveira, Fagner Bruno, João Gimenez e Lucas Godoy) 20h ‘Mapa Sonoro’ com Drai – Baseado no ensinamento do educador musical canadense Murray Shafer sobre paisagem sonora. Através da “escuta ativa” acontece o registro dos sons ao redor, realizando assim o mapa dos sons. Pode ser realizada para indivíduos de qualquer idade. Acompanhe a Feira no facebook, clique aqui. ___________________ Assessoria Marl
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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