Na próxima quarta-feira, 22, Foz do Iguaçu integrará a 4.ª Caminhada do Meio-Dia, mobilização estadual de conscientização e combate ao feminicídio. O ato busca sensibilizar a população sobre a importância da prevenção à violência contra a mulher e reforçar o compromisso coletivo com a defesa da vida e dos direitos das mulheres. A concentração está […]
Na próxima quarta-feira, 22, Foz do Iguaçu integrará a 4.ª Caminhada do Meio-Dia, mobilização estadual de conscientização e combate ao feminicídio. O ato busca sensibilizar a população sobre a importância da prevenção à violência contra a mulher e reforçar o compromisso coletivo com a defesa da vida e dos direitos das mulheres.
A concentração está marcada para as 11h, na Praça Bartolomeu Mitre, na Avenida Jorge Schimmelpfeng, no centro. A ação ocorre simultaneamente em várias cidades, organizada pela gestão estadual.
Ação estadual, ato público será realizado em 22 de julho; população está convidada a participar e a vestir roupa de cor branca. A concentração está marcada para as 11h, na Praça do Mitre – foto: Roberto Dziura/AEN arquivo
A caminhada terá início ao meio-dia, com percurso pela Avenida Jorge Schimmelpfeng, Avenida Brasil, Travessa Oscar Muxfeldt e Avenida JK, encerrando na Praça da Paz. O trajeto tem duração estimada em dez minutos.
A organização convida mulheres, homens, jovens e crianças a participarem do ato vestidos de branco, em um gesto simbólico de união da sociedade no enfrentamento à violência de gênero.
A mobilização integra as ações do Dia Estadual de Combate ao Feminicídio, instituído pela Lei Estadual n.º 21.926/2024 e incorporado ao Código da Mulher Paranaense. A data homenageia a advogada Tatiane Spitzner, vítima de feminicídio em 2018, e visa a ampliar o debate sobre a prevenção da violência e o fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres.
Data: quarta-feira, 22 de julho Concentração: 11h Início da caminhada: 12h Local: Praça Bartolomeu Mitre — Avenida Jorge Schimmelpfeng, 851, centro
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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