No dia 6 de agosto de 1945, a cidade japonesa de Hiroshima foi bombardeada pelos EUA. Pela primeira vez era usado um artefato nuclear em um conflito militar, varrendo uma cidade inteira com sua destruição. De sua população à época que era de cerca de 350 mil pessoas, 70 mil morreram no momento da explosão […]
No dia 6 de agosto de 1945, a cidade japonesa de Hiroshima foi bombardeada pelos EUA. Pela primeira vez era usado um artefato nuclear em um conflito militar, varrendo uma cidade inteira com sua destruição. De sua população à época que era de cerca de 350 mil pessoas, 70 mil morreram no momento da explosão da bomba. Outras 70 mil ficaram feridas. Uma estimativa conservadora do total de mortes até o final de 1945, soma 140 mil devido aos efeitos da radiação e queimaduras graves.
“Hiroshima” é um filme japonês do gênero docudrama de 1953, dirigido por Hideo Sekigawa , sobre o bombardeio atômico de Hiroshima e seu impacto na cidade. Conta a história de um grupo de professores, seus alunos e suas famílias nos anos subsequentes a bomba. Numa sequência de flashbacks, dezenas de milhares de figurantes de Hiroshima, muitos deles sobreviventes reais do desastre, ajudaram a recriar a “paisagem infernal” após a imediata queda da bomba.
Imagem em destaque: a atriz Yumeji Tsukioka cercada por crianças vítimas da bomba atômica, em cena do filme “Hiroshima”
A versão restaurada do clássico de Hideo Sekigawa mostra o antes e o depois do bombardeio atômico em Hiroshima, combinando um angustiante realismo documental com um comovente drama humano, em um conto de dor, resistência e sobrevivência de um grupo de professores, seus alunos e suas famílias.
Assista, aqui: https://www.filmicca.com.br/filme/hiroshima
O elenco desta obra essencial conta com Yumeji Tsukioka (“Pai e Filha”), Isuzu Yamada (“Yojimbo”) e Eiji Okada (“Hiroshima Meu Amor” e “A Mulher da Areia”), que aparecem ao lado de cerca de 90.000 figurantes, moradores da cidade, incluindo muitos sobreviventes daquele fatídico dia de 6 de agosto de 1945.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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