Da série Epidemia de Poesia na Escrita 20 Um conjunto infinito de misturas Que se transforma num universo De luzes, cores e magia Onde nos levam as fronteiras? Bom seria, extingui-las! Assim como o amor, o vento que sopra sem pedir licença Invade nossa casas e vai até os confins da terra Pagamos o preço, […]
Um conjunto infinito de misturas Que se transforma num universo De luzes, cores e magia Onde nos levam as fronteiras? Bom seria, extingui-las! Assim como o amor, o vento que sopra sem pedir licença Invade nossa casas e vai até os confins da terra Pagamos o preço, limitando-nos Os conflitos se prolongam e fatigam Atingem os fragilizados, oprimidos e esquecidos pelos deuses Dividem as pessoas, numa imensa cratera entre pobres e ricos
Se os territórios seguissem os caminhos do céu Sem limites ou fronteiras Como as estrelas brilhantes, livres no seu fulgor Se extinguissem as fronteiras entre adultos e crianças, seríamos livres para sonhar, sem o medo que persegue e aprisiona nos tortura como um carrasco, maltratando nossa consciência.
O que somos agora? Onde resgataremos nossa alma? Em que coração foi plantada a nova semente do amor? Em que país pulsa os corações valentes?
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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