Modernismo e modernistas
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Seleção de fotografias oferece um passeio por elementos visuais relacionados ao modernismo e à Semana de Arte Moderna de 1922, incluindo manuscritos de livros, como Macunaíma, de Mário de Andrade (1893-1945), e imagens de obras como Caipirinha, de Tarsila do Amaral (1886-1973).
Nesta galeria também é possível visualizar trabalhos de autores modernistas de fora do eixo Rio-São Paulo, como as gravuras de Oswaldo Goeldi (1895-1961) e a primeira página da primeira edição do Livro de poemas, do potiguar Jorge Fernandes (1887-1953).
- Manuscrito da primeira página da primeira versão de Macunaíma, publicado por Mário de Andrade em 1928.
- Exemplar de Macunaíma com anotações do autor. (Léo Ramos Chaves / Arquivo IEB-USP)
- Livro de poemas, escrito em 1927 por Jorge Fernandes (1887-1953) . Arquivo pessoal de Humberto Hermenegildo (UFRN)
- Capa impressa de Macunaíma (Léo Ramos Chaves / Arquivo IEB-USP)
- Gravura Abandono, de Oswaldo Goedi.
- A noiva, xilogravura de Oswaldo Goeldi feita para a capa do livro Cobra Norato, de Raul Bopp.
- Gravura A Tarde Maior, de Oswaldo Goeldi (1895-1961). Imagens licenciadas pelo Projeto Goeldi – www.oswaldogoeldi.org.br
- A Negra, óleo sobre tela feito por Tarsila, em 1923. (MAC-USP)
- Em 2020, 97 anos de pois de ter sido pintada, a tela Caipirinha, de Tarsila do Amaral, foi adquirida por R$ 57,5 milhões por um colecionador brasileiro. (Coleção particular)
- Retrato de Oswald de Andrade feito por Tarsil do Amaral em 1922. (MAB-Faap)
- Tarsila do Amaral em 1926, durante exposição sobre sua obra, na Galeria Percier, Paris. (IEB-USP)
- Mário de Andrade tomando banho de rio em Belém, no Pará, em 1927, durante uma de suas viagens pelo Brasil. (IEB-USP)
- Retrato de Mário de Andrade em 1917 (IEB-USP)
Acima, a exposição “Era uma vez o moderno (1910-1940) reúne mais de 300 obras e documentos do modernismo brasileiro, em São Paulo. Ao lado, sala do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP) que armazena o espólio de Mário de Andrade. Documentos, manuscritos, obras de arte e outros objetos do artista foram adquiridos em 1968 pela instituição Léo Ramos Chaves.
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