Texto publicado na Revista Escrita, nº 13. Fotografia de Patricia Rijo. . . Caminhos, flores, borboletas, Estrelas em noite de luar, Ficam guardados em minhas gavetas, De coisas que preciso arrumar. . Jogo papéis e inutilidades fora, Jogo sonhos idealistas também. Penso logo em ir embora, Para um mundo mais aquém. . Mergulhar dentro de […]
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. Caminhos, flores, borboletas, Estrelas em noite de luar,
. Jogo papéis e inutilidades fora, Jogo sonhos idealistas também. Penso logo em ir embora, Para um mundo mais aquém.
. Mergulhar dentro de mim, Buscar um sentimento eterno. Encontrar um motivo, um fim Para o contentamento externo.
. Meus olhos são janelas Este é um velho clichê… Queria fechar todas elas, E viver sempre à mercê.
. Sem esperar, sem ser Aquilo que as imagens formam…. Melhor mesmo é estar sem ver No que os homens se transformam.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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