A Pró-Reitoria de Extensão promove, em parceria com o Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário da UNILA, a Oficina de Iniciação à “Escuta do Olhar” de Palhaços e Palhaças, de 11 a 13 de setembro, no Laboratório de Artes Corporais, na Unidade Jardim Universitário (sala C-114). Com duração de 12 horas, […]
A Pró-Reitoria de Extensão promove, em parceria com o Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário da UNILA, a Oficina de Iniciação à “Escuta do Olhar” de Palhaços e Palhaças, de 11 a 13 de setembro, no Laboratório de Artes Corporais, na Unidade Jardim Universitário (sala C-114).
Com duração de 12 horas, o curso é direcionado a pessoas com ou sem experiência prévia em teatro, a partir de 16 anos, com número máximo de 26 participantes.
PROEX promove, de 11 a 13 de setembro, oficina de iniciação à linguagem da palhaçaria. – Imagem: divulgação
A programação prevê atividades ministradas pela professora Ana Elvira Wuo – Palhaça Caixinha, no dia 11, das 19 às 22h, e nos dias 12 e 13, das 9 às 12h e das 14 às 17h.
As inscrições estão abertas até 8 de setembro e devem ser feitas por e-mail: andre.macedo@unila.edu.br
O objetivo é promover uma experiência introdutória, sensível e prática da linguagem da palhaçaria a partir da “escuta do olhar”, estimulando presença, atenção, percepção, comunicação não verbal, corporalidade e vocalidade cômica.
A metodologia possui caráter prático-experimental e fundamenta-se nas pedagogias de Luís Otávio Burnier, Jacques Lecoq e Ana Elvira Wuo. O processo alterna preparação corporal e vocal, jogos teatrais, exercícios de percepção, improvisações, trabalho com a máscara do nariz vermelho, criação em duplas e momentos de conversa e elaboração reflexiva.
A condução valoriza a experiência vivida e o acompanhamento processual. Cada exercício é apresentado, experimentado e retomado a partir da observação do grupo. A “escuta do olhar” orienta tanto a atuação dos participantes quanto a mediação pedagógica da oficineira.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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