INSPIRAÇÃO! Na noite de ontem (6 de julho), véspera da partida contra a Argentina pelas oitavas de final da Copa do Mundo, o técnico da seleção egípcia, Hossam Hassan, voltou a falar sobre o gesto de exibir a bandeira da Palestina logo após a classificação diante da Austrália. O treinador reafirmou sua posição e fez […]
INSPIRAÇÃO! Na noite de ontem (6 de julho), véspera da partida contra a Argentina pelas oitavas de final da Copa do Mundo, o técnico da seleção egípcia, Hossam Hassan, voltou a falar sobre o gesto de exibir a bandeira da Palestina logo após a classificação diante da Austrália. O treinador reafirmou sua posição e fez um novo discurso em defesa do povo palestino.
“Carrego um sentimento muito profundo no meu coração. Quem não sente o sofrimento do povo palestino não tem humanidade, não tem dignidade.
Sinto muito pelos nossos irmãos e irmãs palestinos, por todos os seres humanos que estão sofrendo. Nessa situação, mulheres e crianças estão sendo feridas”, disse Hassan, fazendo um comparativo com a situação confortável vivida na Copa do Mundo:
Estamos em uma situação de conforto, em ambientes com ar-condicionado, desfrutamos de comida e bebida. Mas essa não é a realidade do povo palestino.
As crianças estão enfrentando doenças, epidemias e desnutrição. Se eu não consigo sentir isso, não sei o significado da humanidade. Todos os seres humanos merecem viver.”
Ainda em tom de desabafo, o técnico Hossam Hassan declarou:
“Queremos fair play na vida”.
O comandante egípcio ressaltou que a questão da Palestina é uma causa coletiva de todo o mundo árabe e comparou o conceito de fair play, amplamente utilizado no futebol, à necessidade de justiça e humanidade no mundo real.
“Em relação à minha nacionalidade, por ser árabe, isso me toca profundamente. O futebol pode ser usado como uma ferramenta de poder e de mensagem. Eu ouvi essa mensagem. Deixem o povo palestino existir. Deixem que eles vivam uma vida normal. Eles merecem respeito. A humanidade merece respeito. Queremos fair play na vida. É isso que queremos dizer”
NUNCA é só um esporte! Só aqui no futebol brasileiro que treinadores e jogadores são despolitizados e alienados.
Futebol é POLÍTICA E POLÍTICO!
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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