(*) Brindemos pelas loucas, pelas desajustadas, pelas rebeldes e arruaceiras, pelas que não se encaixam, pelas que vêm as coisas de um modo diferente, pelas que não gostam de regras e não respeitam o status quo. Podem denunciá-las, não estar de acordo, glorificá-las ou vilipendiá-las, mas o que não podem fazer é ignorá-las. Porque elas […]
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Brindemos pelas loucas, pelas desajustadas, pelas rebeldes e arruaceiras, pelas que não se encaixam,
. (*) Texto adaptado a partir de poema de Jack Kerouac, 1922-1969. Extraído da página Poesia-me.
Na foto, ativista discursa em assembleia de operárias durante revolução na Rússia, em 1917. (Acervo Internet)
“Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os pinos redondos nos buracos quadrados. Aqueles que veem as coisas de forma diferente. Eles não curtem regras. E não respeitam o status quo. Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou caluniá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os vêem como loucos, nós os vemos como geniais. Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam.” (Jack Kerouac no livro “On the road”) . Veja mais, aqui.
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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