Elenco Paraguay Tekoete ganhou, pelo segundo ano consecutivo, na categoria Danças Populares Internacionais, no Festival de Joinville. Composto por bailarinos da cidade de Fernando de la Mora, região metropolitana de Assunção, o grupo Paraguay Tekoete venceu, pelo segundo ano consecutivo, uma das categorias do Festival de Dança de Joinville.Clique aqui e receba notícias no seu WhatsApp […]
Elenco Paraguay Tekoete ganhou, pelo segundo ano consecutivo, na categoria Danças Populares Internacionais, no Festival de Joinville.
Composto por bailarinos da cidade de Fernando de la Mora, região metropolitana de Assunção, o grupo Paraguay Tekoete venceu, pelo segundo ano consecutivo, uma das categorias do Festival de Dança de Joinville.
Grupo do Paraguai venceu também a competição de 2025. – Imagem: Reprodução/Festival de Joinville
O festival, que já está em sua 43.ª edição, é considerado um dos mais importantes da América do Sul, atraindo grupos do Brasil e do exterior.
Conforme a inscrição, o grupo Paraguay Tekoete concorreu na categoria Danças Populares Internacionais — Adulto, faturando o primeiro lugar. Para tanto, apresentou a coreografia El Canto de Mi Selva, alusiva aos pássaros do Paraguai.
No palco, os dançarinos e dançarinas representaram espécies como o pájaro campana (araponga), ave-símbolo do Paraguai, bem como araras-azuis e vermelhas.
A apresentação, coordenada pelos professores Ángel Ovelar e Cynthia Echagüe, recebeu elogios dos jurados, ademais de fortes aplausos do público.
Pájaro Campana, música que embala a coreografia, está entre os temas mais conhecidos do cancioneiro popular do Paraguai.
Um casal de serigrafistas do Paraguai, Paloma García Ortiz e Alan Escurra, ganhou o prêmio Rodo de Ouro, importante competição de serigrafia em São Paulo.
Para faturar o troféu, Paloma e Alan venceram equipes de países como México e Brasil, em sistema eliminatório até a grande decisão.
Para saber mais sobre a conquista, repercutida pela imprensa do Paraguai (em espanhol), clique aqui.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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