“A empatia é a cola que nos une como humanidade.” (Francesca Albanese) Esse é o fio condutor da obra de Francesca Albanese, jurista especializada em direito internacional e uma das vozes mais respeitadas sobre o estatuto jurídico do povo palestino. Em Quando o mundo dorme, publicado pela editora Tabla, a autora vai além do rigor […]
Esse é o fio condutor da obra de Francesca Albanese, jurista especializada em direito internacional e uma das vozes mais respeitadas sobre o estatuto jurídico do povo palestino. Em Quando o mundo dorme, publicado pela editora Tabla, a autora vai além do rigor técnico de sua função como Relatora Especial das Nações Unidas (ONU) sobre a situação dos direitos humanos para os territórios palestinos ocupados (cargo que assumiu em maio de 2022) e oferece uma narrativa lúcida, íntima e profundamente humana. A tradução é de Cláudia Tavares Alves.
O livro é resultado de uma longa trajetória: desde os primeiros contatos de Albanese com a Palestina e os anos vividos em Jerusalém, até seu trabalho na ONU, onde foi uma das primeiras vozes a denunciar a situação em Gaza como um genocídio. Amada (ou odiada) pela integridade e pela paixão com que defende os direitos de um povo há muito oprimido, Albanese conduz o leitor por uma viagem marcada por pessoas fundamentais para compreender a história, o presente e o futuro da Palestina.
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Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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