– Encontro de agroecologia vai reunir produtores do Oeste paranaense em Entre Rios do Oeste – Cerca de 100 agricultores da região Oeste do Paraná participam, nesta quinta-feira (31), da 8ª edição do Encontro Regional de Agroecologia na Estação Experimental Prof. Alcebíades Luiz Orlando (antiga base Náutica), em Entre Rios do Oeste (PR). […]
Cerca de 100 agricultores da região Oeste do Paraná participam, nesta quinta-feira (31), da 8ª edição do Encontro Regional de Agroecologia na Estação Experimental Prof. Alcebíades Luiz Orlando (antiga base Náutica), em Entre Rios do Oeste (PR). O encontro é promovido com apoio da Itaipu Binacional, que também levará seus técnicos ao local para explicar aos agricultores como cultivar plantas alimentares não convencionais (pancs) e plantas medicinais. A oficina será às 10h30 e às 14h. Além dos agricultores, devem participar profissionais que atuam com agroecologia na Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), estudantes de graduação e de pós-graduação, pesquisadores e líderes comunitários. A organização é do Comitê Gestor de Agricultura Sustentável da Bacia do Paraná 3 (BP3), com suporte da própria Itaipu, Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná (Biolabore), Centro de Apoio e Promoção à Agroecologia (Capa), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e Gebana Brasil. Programação – O encontro foi dividido em dois dias, 30 e 31 de agosto. Na quarta-feira (30), a programação é direcionada aos profissionais da área, estudantes e lideranças da comunidade. São esperadas 80 pessoas no primeiro dia. Na quinta-feira (31) é que acontece a parte mais prática, voltada aos agricultores da região. A expectativa é de 120 participantes. Temas relacionados à promoção da agricultura sustentável pautam todo o encontro. Às 9h30 de quinta-feira, os agricultores poderão acompanhar a palestra Agroecologia no cotidiano da humanidade: mitos, desafios e encontros no século 21, proferida pelo professor Carlos Armênio Khatounian, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP). Na sequência, às 10h30 acontecem as oficinas temáticas, que serão repetidas às 15h30. Os temas são formigas cortadeiras (Unioeste); sistemas agroflorestais (Capa e Biolabore); apicultura e meliponicultura (Biolabore); homeopatia animal e vegetal (Emater, Capa e Biolabore); avicultura caipira (Capa); alimentos alternativos na produção de leite (Unioeste); plantas de cobertura do solo e sementes crioulas (Iapar); e plantas medicinais e alimentícias não convencionais (Itaipu). Uma feira de sementes e de agrobiodiversidade será montada para o público, das 12h às 14h. [box]
Produção de mudas no refúgio Bela Vista, mantido pela Itaipu em Foz do Iguaçu.
Guatá significa caminhar na língua guarani. E nos nomeamos assim porque é este o verbo mais apropriado para distinguir o esforço humano na procura de conhecer a força das próprias pernas conjugada ao equilíbrio de tatear o tempo e o espaço.
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